DESCOMPASSOS
No descompasso de seus passos
o Homem
fez-se escravo da própria existência.
Corre obstinado na loucura do trabalho
na busca do poder, na ganância do somente "ter"
esquecendo que o "ser" é a própria essência.
Esqueceu as singelezas da vida
da lira entoante - da estrela nascida!
O Homem
corre tanto em busca do ter
que não consegue desfrutar das próprias conquistas
materialidades que se dissolvem...
Não percebe que a lua e o sol
beijando águas de rios e mares
formam o mais belo poema do Universo.
Dádiva de Deus.
Pobre Homem que se extingue
cansado, exaurido... e por fim morre
sem tempo de conhecer os eflúvios do existir!
sagramor farias
Submited by
Thursday, March 29, 2012 - 03:25
Poesia :
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