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OLHARES DE PEDRA

Cerco de culpas.

Pesos em coma a driblar o pensar.

Tetrapoético.

Ser vertebrado de ser.

Acontecer nulo sobre pontes
de pontos desligados.

Mato olímpico, altos e baixos
à mesma velocidade.

Pressas lesmas.

Farol de vozes em socorro.

Língua em vezes que se contorcem
pelos labirintos das palavras.

Lábios que se enroscam nas bocas
como serpentes em cio sobre olhares de pedra.

Olho no olho da fechadura.

Essência tês de tudo em turbilhão.

Chão carnívoro.

Onde cada cai levanta poeiras.

Rumina fogueiras.

Desaparece na forma do invisível.

Sopro.

Mão desparazitada de ócios.

Silêncio espantalho que baralha o barulho
das ervas ao vento.

Rumos imóveis.

Arrumos ao acaso de um como queiras crer querer.

 

 

 

Submited by

quarta-feira, março 7, 2012 - 18:57

Poesia :

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Henrique

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Comentários

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Henrique

És de facto um caso sério de tetrapoeta, a tua poesia possui carisma, talento e mestria.

Beijo

Nanda

imagem de Eduarda

no viés

há as palavras que nos entram e as outras que nos petrificam

 

bj

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