Não entortem meu sorriso,

Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
Da dobra do cotovelo,
Poiso do que possuo, intenção …

Sobejo despeito.

Joel Matos (21 Junho 2022)

https://namastibet.wordpress.com/
https://joel-matos.blogspot.com/

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Sunday, November 20, 2022 - 19:16

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Não m’entortem o sorriso, Nem

Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
Da dobra do cotovelo,
Poiso do que possuo, intenção …

Sobejo despeito.

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Não m’entortem o sorriso, Nem

Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
Da dobra do cotovelo,
Poiso do que possuo, intenção …

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Não m’entortem o sorriso, Nem

Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
Da dobra do cotovelo,
Poiso do que possuo, intenção …

Sobejo despeito.

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Não m’entortem o sorriso, Nem

Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

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Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

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Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
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Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
O inacabado do incompleto

Aquilo que arrisco em memória
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Não m’entortem o sorriso,

Nem me apontem os braços,
Não anotem os riscos,
Traços são riscos marcados,

Que as letras são acção,
Respiram como qualquer um,
Por um par de narinas, “ventas”

Possuem graça,
Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

Autoestradas, calculo e áreas.
Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

Não apontem os braços,
Sendo, são o que separa
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Fantasias, intenções
Traçadas, caudas cujo lagarto fugiu,

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Não anotem os traços,
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Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

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Não anotem os traços,
Traços são riscos espaçados,

Partindo ar e céu,
Entre tu e tu e eu,
Vêm a mim e saem,

De manso como fossem
Almas de anjos, diabos
Os traços, vesgos como traças,

Percevejos perante luz intensa,
Não apontem os riscos
Que traço sem esquadria

Com o chão,
A s’quadria dos ombros,
Impede-me que volte a cabeça

Ou que olhe pro umbigo,
Pra ver onde foi parar o chão.
É na esquadria dos ombros

Que corro asfixiado pelo fato
Que talhei na linha do solo,
De costas e paralelo a mim.

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