CONCURSOS:

Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia?  Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.

 

Porfiada fugitiva

Escadas em salto alto...

Ela subiu os degraus
Ela desceu os degraus
Ela fechou a porta
E me deixou aqui.

............................................................................................................

Crer é errar.
Não crer de nada serve.
(Ricardo Reis)

Submited by

segunda-feira, dezembro 7, 2009 - 22:00

Poesia :

No votes yet

FranciscoEspurio

imagem de FranciscoEspurio
Offline
Título: Membro
Última vez online: há 15 anos 37 semanas
Membro desde: 11/08/2009
Conteúdos:
Pontos: 450

Comentários

imagem de RobertoEstevesdaFonseca

Re: Porfiada fugitiva

Pelo desenrolar do poema,

creio que ela não fechou a porta. Apenas subiu e desceu os degraus.

E mais:

"Se crer é errar" e

"Não crer de nada serve"

Logo:

"Errar é correto."

Tudo isto para reflexão.

Um abraço,
REF

imagem de MarneDulinski

Re: Porfiada fugitiva

LINDA OBSERVAÇÃO SONORA!
Me parace ser!
MarneDulinski

imagem de Anita

Re: Porfiada fugitiva

Estranho como o simples som de passos nos forma a idéia de um quadro, de uma cena e uma partida marcada. Expressas-te em palavras a dor de uma vida.

Anita

Add comment

Se logue para poder enviar comentários

other contents of FranciscoEspurio

Tópico Título Respostas Views Last Postícone de ordenação Língua
Fotos/ - 2085 0 3.031 11/24/2010 - 00:45 Português
Ministério da Poesia/Geral Tentativas inúteis na sacada 0 3.769 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Odisséia 0 3.201 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Dedicado No caminho das pedras brilhantes (São Thomé das Letras) 0 4.135 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O viço dos seios 0 3.854 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Intervenção A pele iraquiana 0 3.682 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O revés 0 3.562 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O guardião 0 3.343 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O Demônio Interior 0 3.658 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Morte ao amanhecer 0 3.149 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Death to be born wise 0 3.577 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Dedicado O texto de um pai 0 4.017 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Fantasia Ninfas 0 3.942 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Atado ao Umbigo 0 3.567 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Intervenção Pentáculo 0 3.150 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Dedicado Jean Baptiste Grenouille 0 4.145 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O estocástico 0 3.149 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Sido Ser 0 2.716 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Grão latente 0 4.199 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O salto das horas 0 3.757 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Segure minhas mãos 0 3.228 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Intervenção Decepção da obra e do poder 0 3.512 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral O ensejo da soma 0 3.348 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Geral Perdição 0 3.315 11/19/2010 - 19:10 Português
Ministério da Poesia/Dedicado Figura de madeira disforme que orna a proa de minha embarcação (Carrancas) 0 3.313 11/19/2010 - 19:10 Português